Campo Troupial - Icterus jamacaii
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Arapaçu-verde
Sittasomus griseicapillus
Olivaceus Woodcreeper
Família: Furnariidae
Subfamília: Dendrocolaptinae

Segundo Marantz et al. 2003, 15 subespécies são atualmente reconhecidas. A raça local reiseri é endêmica do nordeste brasileiro. RPPN Mãe-da-lua.

Sinóminos: Dendrocopus griseicapillusVIEILLOT 1818;  Sittasomus griseicapillus reiseriHELLMAYR 1917

Arapaçu-verde (Sittasomus griseicapillus reiseri)
28/06/2010, RPPN Mãe-da-lua, Itapajé, Ceará, Brasil.

Figura 1. O arapaçu-verde na foto está levantando voo (veja figura 2). Sua cabeça está virada e um pouco desfocada; no entanto, a imagem mostra nitidamente a coloração da plumagem das costas, das asas e das retrizes (veja também figura 3).

Hábitat e abundância: Na RPPN Mãe-da-lua e em muitos outros lugares do nordeste, o arapaçu-verde Sittasomus griseicapillus reiseri é um pássaro comum. Pode facilmente ser avistado na Caatinga arbórea secundária.

Taxonomia: Vários autores propõem reconhecer reiseri como plena espécie, principalmente por causa das vocalizações e da coloração da plumagem (Marantz et al. 2003, Minns et al. 2010, veja também Ridgely and Tudor 2009).

Vocalizações: Veja Cantos e chamadas.

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Arapaçu-verde (Sittasomus griseicapillus reiseri)
28/06/2010, RPPN Mãe-da-lua, Itapajé, Ceará, Brasil.
Figura 2. Tirei esta foto em menos de um segundo depois da foto da figura 1. Parece que o arapaçu, para levantar voo, sai da árvore com um pulo para trás, e passa o primeiro instante com a barriga virada para cima.

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Arapaçu-verde (Sittasomus griseicapillus reiseri)
28/06/2010, RPPN Mãe-da-lua, Itapajé, Ceará, Brasil.
Figura 3. Vista parcial, aumentada, da figura 1, para ilustrar a coloração das asas.

Segundo Ridgely and Tudor 2009, p. 316, e Marantz et al. 2003, p. 406, as asas do arapaçu-verde do nordeste (Sittasomus griseicapillus reiseri) são inteiramente ferrugíneas; contudo, pelo menos o indivíduo da foto tem algumas primárias com pontas escuras (o que concorda com a prancha 31/9 do HBW 8). A pequena parte do lado inferior da asa, que pode ser vista na figura 2, também é escura.

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